They say there is an old, great river
Of shed and unshed tears, broken promises
Broken dreams
Self-loathing in essence and patronage
Many have drank from it
Swam in it
Sailed on it
Died by it
Ever-changing, ever-shifting
Every report of it in similar fashion
How odd
And deeply sad
That such a river is as subjective
As a glass of water
This river reminds me of
Something
A river of my youth and childhood, perhaps?
Yet I find them so distinct
As I drank from it
I would not be poisoned
As I swam in it
I would not drown
As I sailed on it
I would not wreck and sink
Certainly, they are quite different
Don't you want to see?
My childhood river is unlike
That sad, old river
Lets bathe in it, come join me
Let us embrace
The Nile
Procurei um pensamento. Perdi-me por um momento, despessoei-me, cristalizei no tempo. Agora penso apenas: procuro um momento.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Blues leaves, cherry tree
Under the tall cherry tree
Is my body forever buried
Oh ye Gods, let me be free
Too long have I here tarried
Reaped, thy leaves naught red
Dripping rubies and blossom
Underneath the buried dead
Life's elixir made wholesome
Fathom, something's amiss
An odd question on queue
Sealed, bound with a kiss
Why are my cherry tree's leaves blue?
Is my body forever buried
Oh ye Gods, let me be free
Too long have I here tarried
Reaped, thy leaves naught red
Dripping rubies and blossom
Underneath the buried dead
Life's elixir made wholesome
Fathom, something's amiss
An odd question on queue
Sealed, bound with a kiss
Why are my cherry tree's leaves blue?
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Disappointment
Não há qualquer hipótese, não deu mesmo para escrever ultimamente, tenho estado terrivelmente ocupado... Terei, pelo menos, todos os temas que prometi desenvolvidos minimamente até ao final do mês, mas mais do que isso não creio que consiga :/
Oh well, a vida vai dando mais trabalho do que pensamos.
Oh well, a vida vai dando mais trabalho do que pensamos.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Isto está complicado
Como já se aperceberam, estão a ocorrer uns quantos atrasos com os posts.
Dificuldades imprevistas, está a ser muito desagradável e não gosto de faltar a compromissos. Vou ver se hoje consigo reservar um par de horas, para pôr o blog em dia!
Dificuldades imprevistas, está a ser muito desagradável e não gosto de faltar a compromissos. Vou ver se hoje consigo reservar um par de horas, para pôr o blog em dia!
domingo, 17 de abril de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
Nada de especial para dizer
Não sabendo o que havia de escrever, decidi-me por partilhar algo do meu íntimo, da forma como sinto os outros e a minha expressão de desagrado e desapontamento por expectativas que, tolamente, continuo a criar, dia a dia. Pois, estou desapontado comigo também por, ainda hoje, ir criando expectativas, sabendo de antemão que nunca tal dá bom resultado… Isso leva-me a questionar se essa tendência não se encontrará de tal forma entranhada na minha mente, que eu não serei nunca capaz de a controlar. No entanto, já controlei outros aspectos, de uma forma que já me chegaram a referir como desumana (não gosto dessa expressão, preferia que dissessem algo como “frio” ou talvez um pouco excessivamente racional, mas nunca desumano), por isso pode ser que também as expectativas venham a encontrar o seu fim consciente.
Enfim, não ando particularmente satisfeito, estou a passar por uma fase um pouco depressiva (mais que o habitual) e a fase eufórica teima em permanecer dormente, não me permitindo esse estranho equilíbrio das flutuações de humor. Pior do que isso, a meu ver, é que a minha criatividade é muito inferior (assim como outras “tarefas” cognitivas) quando me encontro deprimido, o que certamente demonstrará a qualquer indivíduo a minha peculiar necessidade da minha particular psicopatologia… Sim, digo necessidade, pois embora a sociedade possa ver a minha mente como doente, sei que há em mim um potencial de acrescentar muito de valor a este Mundo. Potencial esse que nem se teria revelado se eu fosse, simplesmente, “normal”, como parece ser a moda hoje em dia. O estranho e o diferente serão sempre vistos com maus olhos (e não julgam que pertencer a uma qualquer subcultura vos torna menos normais, porque a verdade é que continuem bem dentro dos parâmetros habituais).
Sou feliz, suponho. Desde há um bom tempo, não estou feliz, sou feliz. Encontrei um propósito maior, a minha mente revelou-se a si mesma e aprendi que não me é possível simplesmente não gostar de algo, porque sinto que tenho coisas a aprender, precioso conhecimento a obter, de absolutamente tudo. Encontro-me particularmente satisfeito pelas transformações que tenho sofrido recentemente, pela visão mais abrangente que me tem sido “permitida”, por pensar em coisas pouco habituais e poder desenvolver as minhas próprias ideias (vocês percebem o que quero dizer, não falo em apropriar-me das minhas ideias, mas de tentar acrescentar algo novo). Por outro lado, sinto uma certa insatisfação pelo desinteresse (omisso ou expresso, tanto faz) que as pessoas parecem ter para com Política, Religião, Economia, Ética e tantos outros assuntos interessantes! Dou por mim a não compreender bem porque é que alguém não teria interesse em saber mais (o quê? Tudo) e opiniões e ideias baseadas em informações de noticiários da noite ou preconceitos não me convencem nem um pouco…
O que é que nos aconteceu? Não é possível que tenhamos estupidificado ao longo do tempo, será? De facto, não temos uma variabilidade genética notável e há uma tendência natural para a homogeneização, mas ainda assim acho suspeito o quão mais “bruta” se tem tornado a nossa sociedade… Nos tempos mais antigos, parecia tudo tão mais profundo, suave, propositado, embora reconheça também que esta opinião possa ser enviesada pela minha relutância em entrar em parâmetros normalizados da sociedade, assim como esta parece ter alguma relutância na minha total assimilação (e de todos os indivíduos, felizmente!), por isso o futuro permanece uma enorme incógnita. Apesar de tudo, creio que estamos a aproximar-nos de uma qualquer encruzilhada e que muito do futuro da nossa espécie possa vir a ser decidido ao longo das próximas décadas (não o penso apenas com base nos dados que nos vêm a ser apresentados, mas é também uma espécie de aversão instintiva a uma instabilidade que se tem revelado mais profunda do que qualquer pessoa teria pensado ainda há poucos anos atrás… E acho que ainda só assistimos à ponta do icebergue).
Bem, para quem não sabia sobre o que escrever, ainda saíram umas quantas palavritas. Vejo também que acabei por não conseguir expressar-me emocionalmente como desejava, parece haver uma barreira… Tentarei expô-lo amanhã, pois não acredito em guardar nada para mim. O nosso trabalho intelectual, seja de que tipo for (quer seja mais virado para a arte ou para o “estudo”) é de tal forma valioso que me parece um pequeno delito, para dizer o mínimo, não o partilhar com o Universo.
Com isto me despeço, boa noite a todos!
Enfim, não ando particularmente satisfeito, estou a passar por uma fase um pouco depressiva (mais que o habitual) e a fase eufórica teima em permanecer dormente, não me permitindo esse estranho equilíbrio das flutuações de humor. Pior do que isso, a meu ver, é que a minha criatividade é muito inferior (assim como outras “tarefas” cognitivas) quando me encontro deprimido, o que certamente demonstrará a qualquer indivíduo a minha peculiar necessidade da minha particular psicopatologia… Sim, digo necessidade, pois embora a sociedade possa ver a minha mente como doente, sei que há em mim um potencial de acrescentar muito de valor a este Mundo. Potencial esse que nem se teria revelado se eu fosse, simplesmente, “normal”, como parece ser a moda hoje em dia. O estranho e o diferente serão sempre vistos com maus olhos (e não julgam que pertencer a uma qualquer subcultura vos torna menos normais, porque a verdade é que continuem bem dentro dos parâmetros habituais).
Sou feliz, suponho. Desde há um bom tempo, não estou feliz, sou feliz. Encontrei um propósito maior, a minha mente revelou-se a si mesma e aprendi que não me é possível simplesmente não gostar de algo, porque sinto que tenho coisas a aprender, precioso conhecimento a obter, de absolutamente tudo. Encontro-me particularmente satisfeito pelas transformações que tenho sofrido recentemente, pela visão mais abrangente que me tem sido “permitida”, por pensar em coisas pouco habituais e poder desenvolver as minhas próprias ideias (vocês percebem o que quero dizer, não falo em apropriar-me das minhas ideias, mas de tentar acrescentar algo novo). Por outro lado, sinto uma certa insatisfação pelo desinteresse (omisso ou expresso, tanto faz) que as pessoas parecem ter para com Política, Religião, Economia, Ética e tantos outros assuntos interessantes! Dou por mim a não compreender bem porque é que alguém não teria interesse em saber mais (o quê? Tudo) e opiniões e ideias baseadas em informações de noticiários da noite ou preconceitos não me convencem nem um pouco…
O que é que nos aconteceu? Não é possível que tenhamos estupidificado ao longo do tempo, será? De facto, não temos uma variabilidade genética notável e há uma tendência natural para a homogeneização, mas ainda assim acho suspeito o quão mais “bruta” se tem tornado a nossa sociedade… Nos tempos mais antigos, parecia tudo tão mais profundo, suave, propositado, embora reconheça também que esta opinião possa ser enviesada pela minha relutância em entrar em parâmetros normalizados da sociedade, assim como esta parece ter alguma relutância na minha total assimilação (e de todos os indivíduos, felizmente!), por isso o futuro permanece uma enorme incógnita. Apesar de tudo, creio que estamos a aproximar-nos de uma qualquer encruzilhada e que muito do futuro da nossa espécie possa vir a ser decidido ao longo das próximas décadas (não o penso apenas com base nos dados que nos vêm a ser apresentados, mas é também uma espécie de aversão instintiva a uma instabilidade que se tem revelado mais profunda do que qualquer pessoa teria pensado ainda há poucos anos atrás… E acho que ainda só assistimos à ponta do icebergue).
Bem, para quem não sabia sobre o que escrever, ainda saíram umas quantas palavritas. Vejo também que acabei por não conseguir expressar-me emocionalmente como desejava, parece haver uma barreira… Tentarei expô-lo amanhã, pois não acredito em guardar nada para mim. O nosso trabalho intelectual, seja de que tipo for (quer seja mais virado para a arte ou para o “estudo”) é de tal forma valioso que me parece um pequeno delito, para dizer o mínimo, não o partilhar com o Universo.
Com isto me despeço, boa noite a todos!
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